O governo brasileiro tem um prazo de 40 dias para negociar a extradição do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, preso em Mônaco desde a manhã de sábado (15). Cacciola está sendo ouvido hoje (17) pelo juiz que cuida do caso.
A Justiça de Mônaco entendeu que ele deve ser mantido preso até que as autoridades do Brasil e do principado de Mônaco cheguem a um acordo sobre a possível extradição. Os dois países não têm acordo formal nessa área, mas podem criar um acordo específico para este caso.
As autoridades do Brasil precisam convencer a Justiça de Mônaco sobre a culpa de Cacciola, dar informação sobre a pena e informar os crimes que ele cometeu. Dependendo dos argumentos, o juiz pode determinar a extradição do ex-banqueiro ou mandar soltá-lo na mesma hora.