Foi proferida ontem (19/09) a sentença do julgamento de Daniel Ghidalevich, na 1ª Vara do Júri da Capital. Houve desclassificação do delito, que foi considerado homicídio culposo, com fixação da pena em 2 anos e 8 meses de detenção, substituída por Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) pelo mesmo prazo. Também foi imposta a proibição de porte e posse de arma de fogo nesse período.
O julgamento foi presidido pelo Juiz de Direito Luís Felipe Paim Fernandes.
Ghidalevich foi acusado pela morte de sua namorada, a médica dermatologista Denise Walker Christini, 26 anos, em 27/1/2000. Segundo a denúncia, Denise foi atingida com um tiro de revólver calibre disparado pelo lado de dentro da porta do apartamento do dentista. Daniel afirmou ter sido um acidente, pois ao ouvir alguém forçando a porta, indagou quem era e não obteve resposta. Após atirar, ouviu seu nome ser pronunciado pela namorada e ao abrir a porta deparou-se com ela ensangüentada caída no chão. A médica foi levada ao Hospital de Pronto Socorro, mas acabou falecendo.