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Eleição direta para vaga de desembargador tem a aprovação de advogados

Eleição direta para vaga de desembargador tem a aprovação de advogados

As mudanças no processo eleitoral para a vaga de desembargador do Tribunal de Justiça do estado da Paraíba vêm sendo recebida com bastante aprovação pelos advogados do Estado, que pela primeira vez, têm a oportunidade de indicar os nomes dos candidatos para o cargo.

As mudanças no processo eleitoral para a vaga de desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba vêm sendo recebidas com bastante aprovação pelos advogados do Estado, que pela primeira vez, têm a oportunidade de indicar os nomes dos candidatos ao cargo.

Advogado recém-aprovado no exame da OAB, no período 2006.3, Luiz Urquiza Neto destacou a oportunidade de ingressar na Ordem e logo se deparar com uma eleição de tamanha importância.

“A mudança nas eleições para desembargador é de interesse geral, pois prestigia o processo democrático da forma que já deveria ter sido feita há tempos”, afirmou Luiz.

O candidato Marconi Chianca explicou que, anteriormente, a escolha dos nomes saía do Conselho, “o que restringia muito a liberdade do voto, a realização da escolha direta”.

Segundo Celeide Farias, candidata à vaga de desembargador, trata-se de um momento histórico para a OAB-PB, já que os advogados farão chegar seis nomes nas mãos do Tribunal de Justiça advindos de um processo de escolha no qual a participação da classe é efetiva. “Não há a menor dúvida que o advogado é responsável pela distribuição da Justiça, daí a importância do Quinto Constitucional”.

Contudo, alguns advogados e candidatos ao cargo fizeram ressalvas às mudanças no processo.

O candidato Geraldo Margela destacou que ainda existe o problema em relação à escolha dos nomes, pois o mais votado não é necessariamente o escolhido, como deveria ser.

Para a advogada Anna Carolina Lopes “a eleição ainda não é um processo totalmente democrático, tendo em vista que a lista ainda passará por uma redução dos nomes para se chegar ao escolhido”.

José Augusto Nobre Filho alegou que o processo democrático ainda precisa passar por um aprimoramento, pois “a escolha do Quinto Constitucional tem que ser homologada pelo poder Judiciário, o que for mais votado pela classe”, concluiu o candidato.


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