seu conteúdo no nosso portal

155 prefeitos correm o risco de perder o mandato por infidelidade partidária

155 prefeitos correm o risco de perder o mandato por infidelidade partidária

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a fidelidade partidária, 155 prefeitos correm o risco de perder o mandato, caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) defina que a partir de 27 de março os que trocaram de partido devem devolver os mandatos às legendas em que se elegeram.

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a fidelidade partidária, 155 prefeitos correm o risco de perder o mandato, caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) defina que a partir de 27 de março os que trocaram de partido devem devolver os mandatos às legendas em que se elegeram. Ainda falta definir a data para entrar em vigor a regra de fidelidade partidária em todos os cargos eletivos, mas esses 155 trocaram de partido após a data. O levantamento foi divulgado na última quinta-feira pela Confederação Nacional de Munícípios (CNM).

No início do mês, o STF determinou a fidelidade partidária para os cargos proporcionais – deputados federais, estaduais e vereadores – a partir do dia 27 de março, quando o Tribunal Superior Eleitoral decidiu que o mandato pertence ao partido e não ao candidato.

O estado com o maior número de trocas foi o Mato Grosso, com 65 prefeitos que mudaram de partido, seguido do Paraná, com 47, e do Tocantins, com 45. Dos 430 prefeitos que mudaram de partido, 124 têm vice na mesma legenda de seu partido de origem.

Desde 2004, 77 prefeitos deixaram o PPS, a legenda que registra a maior evasão, seguida do DEM, com 64, e do PTB, com 46. Entre os que mais receberam, o PMDB lidera a lista, com 134 prefeitos, seguido pelo PR, com 98, e do PSDB, com 54.

Desde a eleição de 2004, 430 prefeitos trocaram de partido em todo o País, segundo dados da Confederação Nacional de Municípios, o que representa 7,7% dos 5.562 municípios brasileiros.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico