seu conteúdo no nosso portal

STF nega habeas corpus a dois acusados de matar Neneco

STF nega habeas corpus a dois acusados de matar Neneco

Mais dois pedidos de habeas corpus foram negados pelo Supremo Tribunal Federal aos acusados de espancar até a morte o promotor de eventos Ivan Rodrigues da Costa, o Neneco, em agosto do ano passado.

Mais dois pedidos de habeas corpus foram negados pelo Supremo Tribunal Federal aos acusados de espancar até a morte o promotor de eventos Ivan Rodrigues da Costa, o Neneco, em agosto do ano passado. A Primeira Turma indeferiu o pedido de liberdade a Fernando Marques Robias e Francisco Edílson Rodrigues de Souza Junior, o Macumba. Ambos chegaram a assumir o crime em depoimento ao Tribunal do Júri de Brasília, no ano passado. O STF alega que o crime foi bárbaro e ocorrido a partir de uma discussão por motivo fútil.

Para o ministro Menezes Direito, o caso não cabe “qualquer benevolência, diante da covardia praticada”. Apenas o ministro Marco Aurélio votou a favor da liberdade dos acusados. Segundo o magistrado, não foram atendidos os preceitos do artigo 312 do Código de Processo Penal. O texto determina que “a prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria”.

A defesa dos acusados pediu o habeas corpus justificando ‘constrangimento ilegal por falta de fundamentação para a manutenção da prisão’. Os advogados pretendiam ainda que a liminar fosse estendida aos outros três acusados de participação no crime – os nomes não foram informados. O pedido foi feito no início de setembro deste ano.

Há duas semanas, o STF já havia determinado a manutenção da prisão do capoeirista Francisco Edílson, o Macumba. Os ministros negaram o habeas corpus ao réu, pois o advogado de defesa não compareceu ao tribunal para fazer uma sustentação oral, como havia pedido.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico