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Com 120 mil processos no arquivo, Justiça Federal em Alagoas inicia eliminação de autos findos

Com 120 mil processos no arquivo, Justiça Federal em Alagoas inicia eliminação de autos findos

Com cerca de 120 mil processos disponíveis no arquivo, a Justiça Federal em Alagoas se prepara para por em prática resolução do Conselho da Justiça Federal (CJF) que estabelece a política de gestão de autos findos: das ações judiciais transitadas em julgado e arquivadas. Com esse objetivo, foi criada comissão de gestão desses processos.

Com cerca de 120 mil processos disponíveis no arquivo, a Justiça Federal em Alagoas se prepara para por em prática resolução do Conselho da Justiça Federal (CJF) que estabelece a política de gestão de autos findos: das ações judiciais transitadas em julgado e arquivadas. Com esse objetivo, foi criada comissão de gestão desses processos.

A comissão é presidida pelo servidor Gunnar Dorneles (3ª. Vara), com a participação dos coordenadores Girlaine Nascimento (SECAD), Luiz Henrique (5ª. Vara), Eli Bessa (1ª. Vara) e os servidores: Maria Viviane (4ª. Vara), Marcus Robson (1ª. Vara), Sueleide Cantuária (1a. Vara), Alex Vinícius (3ª. Vara), Douglas Lamenha (3ª. Vara), José Antônio (5ª. Vara) e Jackson Santos (SECAD). O trabalho segue o Manual de Gestão de Autos Findos, estabelecido pelo CJF.

De acordo com resolução do CJF, os elevados custos da Justiça Federal de 1º e 2º graus na construção ou aluguel de prédios para o armazenamento de ações judiciais transitadas em julgado, e a impossibilidade desses arquivos acondicionarem adequadamente o volume de processos julgados, de forma que não se deteriorem, exigem uma política de gestão.

A guarda e eliminação desses documentos exigem, portanto, uma análise criteriosa. São de guarda permanente da Justiça Federal, as ações coletivas, ações condenatórias sem execução e as inominadas que versem sobre: Direito Ambiental, desapropriações, privatizações, direitos indígenas, direitos humanos, tratados internacionais e as que constituírem precedentes de súmulas. Também são de guarda permanente as ações do período de 1890 a 1973 e o inteiro teor de sentenças, acórdãos e despachos terminativos.

“O primeiro passo para trabalhar com os autos findos é atualizar o Sistema de Acompanhamento Processual – Tebas. Posteriormente faremos um edital de eliminação de processos, com prazo de 45 para que as partes possam tomar conhecimento e até requisitar os autos para guarda particular”, explica Gunnar. De qualquer forma, o prazo precaucional para a existência presencial do processo é de sete anos.

O trabalho de eliminação dos autos findos na Seção Judiciária de Alagoas será iniciado pelos processos da área de execução fiscal. Qualquer que seja parte e queira guardar em casa o processo pode requerer à Comissão que adotará as medidas administrativas para a entrega dos autos, bem como se algum magistrado quiser, pode formular proposta para guarda definitiva de processo em que atuou.

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