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TJ do Pará anula julgamento de acusado de mandar matar Dorothy Stang

TJ do Pará anula julgamento de acusado de mandar matar Dorothy Stang

Por maioria de votos, o Tribunal de Justiça do Pará anulou hoje o segundo julgamento de Rayfran das Neves Sales, acusado de mandar matar a missionária Dorothy Stang, em fevereiro de 2005, em Anapu (PA). Ele foi condenado em outubro, por unanimidade, a 27 anos de prisão pela morte da missionária.

Por maioria de votos, o Tribunal de Justiça do Pará anulou hoje o segundo julgamento de Rayfran das Neves Sales, acusado de mandar matar a missionária Dorothy Stang, em fevereiro de 2005, em Anapu (PA). Ele foi condenado em outubro, por unanimidade, a 27 anos de prisão pela morte da missionária.

De acordo com a assessoria, o TJ acolheu o recurso apresentada pela defesa de Rayfran, que alegou cerceamento do direito de defesa do acusado. Por conta disso, Rayfran será submetido a um novo julgamento –que ainda não tem data para ocorrer.

No julgamento de outubro, o segundo, Rayfran disse ter matado a freira a tiros, mas negou que tivesse sido contratado por fazendeiros para assassiná-la.

Segundo Rayfran, ele matou a missionária pois foi ameaçado por ela quando ia plantar capim no lote 55, em Anapu. A área era reivindicada pela freira para a criação de um projeto de assentamento rural.

Para o Ministério Público Estadual, a morte de Stang foi encomendada por R$ 50 mil. A defesa de Rayfran alegou que ele cometeu o crime pois estava sendo ameaçado.

O julgamento de outubro foi o segundo de Rayfran. Ele já havia sido julgado pela morte de Stang em dezembro de 2005 e condenado a 27 anos de reclusão. Como a pena excedeu 20 anos, ele teve direito a um segundo julgamento.

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