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CGU vê erro em gastos e manda ministro da Pesca devolver R$ 538

CGU vê erro em gastos e manda ministro da Pesca devolver R$ 538

A CGU (Controladoria Geral da União) apontou "impropriedades" em duas despesas com alimentação do ministro Altemir Gregolin (Pesca) custeadas com cartão corporativo, segundo auditoria feita em seus gastos, e determinou que ele devolva o valor (R$ 538) à União -o que já ocorreu, diz a CGU. A conclusão livra o ministro de outras punições, como havia revelado a Folha nesta semana. A auditoria "afasta as suspeitas de irregularidade levantadas em matérias jornalísticas sobre as despesas com hospedagem e locação de veículos". O primeiro pagamento considerado impróprio é o de duas refeições no Buffet Flory, em Florianópolis, de R$ 26, em 2007. Como o cartão é de uso individual, a CGU determinou o ressarcimento de 50%. O ministro recolheu o valor integral.

A CGU (Controladoria Geral da União) apontou “impropriedades” em duas despesas com alimentação do ministro Altemir Gregolin (Pesca) custeadas com cartão corporativo, segundo auditoria feita em seus gastos, e determinou que ele devolva o valor (R$ 538) à União -o que já ocorreu, diz a CGU. A conclusão livra o ministro de outras punições, como havia revelado a Folha nesta semana. A auditoria “afasta as suspeitas de irregularidade levantadas em matérias jornalísticas sobre as despesas com hospedagem e locação de veículos”. O primeiro pagamento considerado impróprio é o de duas refeições no Buffet Flory, em Florianópolis, de R$ 26, em 2007. Como o cartão é de uso individual, a CGU determinou o ressarcimento de 50%. O ministro recolheu o valor integral.

Outro caso ocorreu em Brasília, como revelado pela Folha do dia 30, quando Gregolin pagou R$ 512,60 em almoço para a delegação da Academia de Ciências Pesqueiras da China. A auditoria determinou a devolução do valor, apesar de “não vislumbrar dolo ou má-fé de qualquer natureza, não há previsão legal para a realização desse tipo de despesa com suprimento de fundos”. Mesmo argumento dado na época pelo ministro da CGU, Jorge Hage.

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