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Coligação de Geraldo Alckmin pede ao TSE que envie recurso sobre suposta compra de dossiê ao STF

Coligação de Geraldo Alckmin pede ao TSE que envie recurso sobre suposta compra de dossiê ao STF

A Coligação “Por um Brasil decente” (PSDB/PFL), que patrocinou a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República nas eleições de 2006, interpôs Agravo de Instrumento no Recurso Extraordinário na Representação (RP1176) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que a RP seja remetida ao Supremo Tribunal Federal (STF) para julgamento do pedido de reabertura do caso de suposta compra de um dossiê que vincularia políticos do PSDB, entre eles Alckmin, à chamada “máfia dos sanguessugas”.

A Coligação “Por um Brasil decente” (PSDB/PFL), que patrocinou a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República nas eleições de 2006, interpôs Agravo de Instrumento no Recurso Extraordinário na Representação (RP1176) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que a RP seja remetida ao Supremo Tribunal Federal (STF) para julgamento do pedido de reabertura do caso de suposta compra de um dossiê que vincularia políticos do PSDB, entre eles Alckmin, à chamada “máfia dos sanguessugas”.

O pedido para que fosse expedida Carta de Ordem para inquirição de testemunhas foi feito na RP 1176, mas o Plenário do TSE julgou improcedente a acusação contra o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e outros integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) de tentativa de compra do suposto dossiê, determinando o arquivamento do pedido.

Para a coligação, ao julgar improcedente o pedido de expedição da Carta de Ordem o TSE deixou de lado todo o acervo documental referente à atuação de co-réus do Presidente da República, entre eles Ricardo José Ribeiro Berzoini, Valdebran Carlos Padilha da Silva, Gedimar Pereira Passos e Freud Godoy”, ferindo o artigo 5º da Constituição Federal.

Inconformados com a decisão do Plenário, os advogados da coligação intentaram nova análise do caso com a interposição de embargos e agravos, todos com negativa de seguimento pelo TSE. Em dezembro do ano passado, o presidente do TSE, ministro Marco Aurélio, negou o envio da Representação STF. No Agravo agora interposto, a coligação pede novamente que o processo chegue ao Supremo, alegando que houve “gritante negativa de prestação jurisdicional, redundando em direta e manifesta violação ao Texto Constitucional”.

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