seu conteúdo no nosso portal

Justiça mantém na prisão suspeitos de assassinar diretor de escola no DF

Justiça mantém na prisão suspeitos de assassinar diretor de escola no DF

O juiz Domingos Sávio de Araújo decidiu, no sábado (2), manter a prisão preventiva, até o julgamento, dos acusados de terem assassinado, há cerca de dois meses, Carlos Mota, diretor do Centro de Ensino do Lago Oeste, próximo a Brasília. A polícia suspeita que Carlos foi morto por tentar combater o tráfico de drogas na região.

O juiz Domingos Sávio de Araújo decidiu, no sábado (2), manter a prisão preventiva, até o julgamento, dos acusados de terem assassinado, há cerca de dois meses, Carlos Mota, diretor do Centro de Ensino do Lago Oeste, próximo a Brasília. A polícia suspeita que Carlos foi morto por tentar combater o tráfico de drogas na região.

Veja o site do DFTV

O prazo da prisão temporária acabaria no domingo (3), mesmo depois de eles terem confessado o crime. O argumento era o de que eles tinham contribuído nas investigações e não representavam perigo.

A direção do colégio chegou a pensar em suspender as aulas por considerar que os acusados soltos trariam ameaça à comunidade.

No fim de semana, porém, a viúva, o pai, um diretor do Sindicato dos Professores e a secretária adjunta de Educação estiveram no Ministério Público para pedir a intervenção do promotor de plantão para que fosse mantida a prisão até o julgamento dos acusados.

O pai do diretor assassinado e a viúva de Carlos mobilizaram advogados, e o delegado que está concluindo o inquérito fez um novo pedido de prisão ao Tribunal de Justiça. O juiz acatou os argumentos de que eles fazem parte de uma quadrilha de traficantes do Lago Oeste, trariam ameaça à segurança local e ainda poderiam fugir.

“É um alívio. Não sei se posso usar a palavra feliz ou satisfeita, mas estou muito tranqüila sobre essa revogação de prisão porque assassinos como esses não podem ficar soltos na comunidade”, afirma a viúva do professor Carlos, Rita de Cássia.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico