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Ministros Cesar Rocha e Gilson Dipp participam do Encontro Nacional do Judiciário

Ministros Cesar Rocha e Gilson Dipp participam do Encontro Nacional do Judiciário

O presidente eleito do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, e o coordenador-geral do Conselho da Justiça Federal, ministro Gilson Dipp, participaram da abertura do 1º Encontro Nacional do Judiciário. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o encontro reúne presidentes de todos os tribunais do país, magistrados e dirigentes de associações de classe do Poder Judiciário.

O presidente eleito do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, e o coordenador-geral do Conselho da Justiça Federal, ministro Gilson Dipp, participaram da abertura do 1º Encontro Nacional do Judiciário. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o encontro reúne presidentes de todos os tribunais do país, magistrados e dirigentes de associações de classe do Poder Judiciário.

Atual corregedor nacional de Justiça, Cesar Asfor Rocha destacou a importância do evento, que busca unificar as diretrizes estratégicas de atuação do Judiciário com base na cooperação mútua entre as instituições. “Temos a necessidade imperiosa de dar maior racionalidade à nossa atuação e de melhorar a gestão do Judiciário”, afirmou o ministro, ressaltando que a iniciativa de reunir todos os dirigentes de tribunais vai possibilitar uma troca de experiências bem sucedidas que poderão ser disseminadas para a melhoria da prestação jurisdicional.

Segundo Cesar Rocha, o magistrado ainda não possui o perfil da administração pública, já que sua formação sempre foi direcionada para julgar, sem muita preocupação com a gestão do Judiciário. “Mas com a criação do CNJ, nós estamos despertando para a necessidade de dars uma maior racionalidade à prestação jurisdicional”, ressaltou.

Para o ministro Gilson Dipp, o encontro de hoje é o primeiro passo para a implementação de uma política unitária de planificação e gestão de recursos públicos e de procedimentos administrativos no Poder Judiciário: “A Justiça brasileira precisa aprender a se conhecer e a adotar uma política única de aplicação de métodos de eficácia e celeridade.”

Futuro corregedor nacional de Justiça, Gilson Dipp também afirmou que os tribunais precisam acabar com suas divergências internas para que possam fortalecer as instâncias ordinárias.

No discurso de abertura do evento, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, destacou a importância de um Poder Judiciário autônomo e independente, inclusive na resolução de seus próprios problemas. Segundo o ministro, o Judiciário não pode transferir para outros Poderes a responsabilidade pela resolução de dificuldades como a morosidade, a falta de transparência e o eventual elitismo da Justiça brasileira . “O problema é nosso e deve ser resolvido por nós.”

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