O Promotor José Hindemburgo Ele afirma que Eduardo matou Fabiano por motivo fútil, por ciúme de “Adriana” que havia sido sua namorada e estava namorando com a vítima, além de uma dívida de 50 reais.
“Que legítima defesa foi essa, que a os tiros bateram nas nádegas. O réu busca denegrir a personalidade da vítima, realmente Fabiano não era uma pessoa tão boa assim, como afirmou sua irmã durante depoimento, mas que já tinha cumprido seu crime – por roubo”.
Acrescenta que essa tese de legítima defesa não tem como se sustentar, pois os tiros foram nas costas do acusado, além de não ter sido um meio apenas para se defender, por causa da quantidade de disparos.
Acusado afirma que era perseguido pela vítima
Eduardo confessa que atirou em Fabiano e diz que a vítima estava armada também. Argumenta que comprou a arma no mercado da quatro para revender. “Não tinha nada contra a vítima e nem contra as testemunhas”. Acrecenta que a vítima o ameaçava, andando com capangas.
Diz que não viu ninguém no momento dos disparos, apenas Fabiano. E que a vítima atirou primeiro nele (dois disparos) e por isso atirou para se defender.