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TSE vota fim dos prefeitos itinerantes

TSE vota fim dos prefeitos itinerantes

A carreira dos prefeitos itinerantes corre o risco de chegar ao fim. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a julgar uma ação que definirá a situação de políticos que, depois de somarem dois mandatos consecutivos em uma prefeitura, mudam de cidade para concorrer ao mesmo cargo. É uma forma de burlar a regra constitucional que só permite uma reeleição para o mesmo cargo. Se o Tribunal considerar a prática ilegal, muitos municípios poderão perder seus administradores.

A carreira dos prefeitos itinerantes corre o risco de chegar ao fim. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a julgar uma ação que definirá a situação de políticos que, depois de somarem dois mandatos consecutivos em uma prefeitura, mudam de cidade para concorrer ao mesmo cargo. É uma forma de burlar a regra constitucional que só permite uma reeleição para o mesmo cargo. Se o Tribunal considerar a prática ilegal, muitos municípios poderão perder seus administradores.

O caso mais famoso é o do prefeito de Florianópolis (SC), Dário Berger (PMDB). Ele foi prefeito de São José (SC) por oito anos e agora lidera as pesquisas para conquistar o segundo mandato na capital. No dia 2, o tribunal começou a analisar o caso de Rogério Farias (PTB), prefeito de Porto de Pedras (AL), reeleito no último dia 5 com 52,76% dos votos válidos. Irmão de PC Farias — o tesoureiro de campanha do ex-presidente Fernando Collor — Rogério foi preso no último dia 15, acusado de fraude eleitoral. Relator considera prática desrespeito à Constituição
 

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