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Presidente dedica Prêmio de Responsabilidade Social a funcionários do TJ

Presidente dedica Prêmio de Responsabilidade Social a funcionários do TJ

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio, desembargador José Carlos Schmidt Murta Ribeiro, recebeu o Prêmio Responsabilidade Social 2008, em solenidade no Jockey Club Brasileiro, no Centro.

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio, desembargador José Carlos Schmidt Murta Ribeiro, recebeu o Prêmio Responsabilidade Social 2008, em solenidade no Jockey Club Brasileiro, no Centro. A premiação, organizada pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE/RJ), visa a destacar as instituições que participam ativamente do universo da responsabilidade social. Os outros dois vencedores, escolhidos dentre 3 mil participantes, foram o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e da TIM, Mario César Pereira de Araújo.

Murta Ribeiro dedicou o prêmio aos funcionários do TJRJ, que, para ele, são responsáveis pelo êxito dos projetos sociais do Poder Judiciário Estadual. "Fico feliz não apenas por receber o prêmio, mas pelo que ele significa. Receber um prêmio é sempre bom, mas receber um de Responsabilidade Social é muito melhor. Dedicarei aos meus funcionários do TJ. Sem a entrega, não se chega à paz social", disse o presidente, ressaltando que o Poder Judiciário do Estado tem hoje cerca de 15 mil funcionários e 900 magistrados.

Ele enfatizou ainda a importância do trabalho realizado pelos 1.200 estagiários que prestam serviços ao TJRJ por meio de convênio com o CIEE/RJ. "Os estagiários ajudam muito no que é importante. Essa parceria é valiosa no nosso trabalho", afirmou o presidente, citando ainda projetos sociais atualmente desenvolvidos pelo Tribunal, como Pais Trabalhando, Justiça pelos Jovens, Jovens Mensageiros, Justiça Itinerante e Casamento Comunitário. "Se não dermos oportunidades de trabalho, não há progresso econômico. O social é o que importa. Sem conhecimento e educação, o Brasil não vai para frente", destacou.

O presidente do Conselho de Administração do CIEE, professor Arnaldo Niskier, ressaltou que, para ter sucesso hoje, uma empresa não deve visar somente ao lucro, mas também à área social. "A escolha, com toda razão, foi bastante acertada, pelos méritos dos escolhidos e de suas instituições. É justa a premiação às organizações que contribuam para uma sociedade mais justa no nosso país", afirmou, dizendo que há hoje 25 mil estagiários no CIEE/RJ.

Fundado há 44 anos, o CIEE é uma organização não-governamental, filantrópica e sem fins lucrativos. Cerca de 120 convidados compareceram ao evento.

Conheça alguns projetos sociais do Tribunal de Justiça do Rio:

– JUSTIÇA ITINERANTE – leva a prestação jurisdicional a municípios onde ainda não há fóruns, e/ou a comarcas com grande extensão territorial, densidade demográfica e demanda processual, garantindo o amplo acesso do cidadão à Justiça, em consonância com as garantias constitucionais (art. 5º e incisos)

– JUSTIÇA PELOS JOVENS – dá a oportunidade do primeiro emprego, nos diversos setores do Tribunal de Justiça, a jovens oriundos da Vara da Infância e Juventude da Capital, após o cumprimento de medida socioeducativa

– JUSTIÇA CIDADÃ – fortalece a presença do Poder Judiciário nas comunidades economicamente carentes e/ou em situações de risco, mediante a capacitação de lideranças locais como agentes promotores de divulgação e multiplicadores de informações relativas à prestação jurisdicional

– PROJETO DNA – possibilita o acesso gratuito a exames de DNA às partes que ingressarem com ações de investigação de paternidade pela Justiça gratuita, não tendo como arcar com o custo do procedimento

– PAIS TRABALHANDO – oferece ocupação remunerada a pais em situação de risco social, nas funções de manejo de resíduos e jardinagem, contribuindo no resgate da dignidade, reestruturando as diretrizes de vida e, conseqüentemente, melhorando a assistência prestada aos filhos

– JOVENS MENSAGEIROS – promove a inserção no mercado de trabalho e a elevação da escolaridade dos jovens em situação social de risco e/ou oriundos de famílias de baixa renda, por meio da experiência profissional supervisionada, para exercerem a atividade de mensageiro junto ao Departamento de Correios do TJ

– CASAMENTO COMUNITÁRIO – promove a proteção ao instituto da família, divulgando o direito à gratuidade do casamento civil a casais que não dispõem de recursos para arcar com as despesas cartorárias

 

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