seu conteúdo no nosso portal

Decretada prisão de cabeleireiro que matou ex-namorada

Decretada prisão de cabeleireiro que matou ex-namorada

O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, decretou de ofício a prisão de Graciano Gomes Lourenço, acusado de matar sua ex- namorada, a estudante de enfermagem Juliana de Fátima Carvalho, de 19 anos.

O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, decretou de ofício a prisão de Graciano Gomes Lourenço, acusado de matar sua ex- namorada, a estudante de enfermagem Juliana de Fátima Carvalho, de 19 anos, por volta das 12h40 de 6 de dezembro de 2007, em frente à Universidade Paulista (Unip), na BR-153. Ao fundamentar sua decisão, o juiz esclareceu que, embora lhe tenha sido concedido habeas-corpus (hc) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) neste mês, Graciano não tem sido localizado por oficiais de justiça para comparecer aos atos relativos à ação pela qual responde, obstruindo, assim, o andamento do feito.

“Observa-se que, estando o réu em liberdade e em lugar incerto e não sabido, está atravancando o bom andamento do processo, o que ampara a decretação da prisão como conveniência da instrução criminal e na garantia da aplicação da lei penal”, esclareceu o magistrado.

Segundo denúncia do Ministério Público (MP), Graciano e Juliana namoraram por cerca de dois meses. Após o rompimento do relacionamento, por iniciativa da vítima, Graciano ficou inconformado e passou a ameaçá-la de morte, bem como a família dela. No dia do fato, o cabeleleiro abordou Juliana quando ela deixava a universidade, e a puxou pelo braço na tentativa de colocá-la à força em seu carro. Ainda de acordo com o MP, para intimidar a estudante, o Graciano disparou um tiro em direção aos pés dela, o que a fez entrar no veículo.

Pouco depois, ao conseguir deixar o carro, a vítima foi agredida com dois chutes dados pelo cabeleireiro, que a agarrou enquanto ela tentava entrar em um ônibus. Conforme a promotoria, Graciano atirou na nuca de Juliana e em seguida na testa, sem que a estudante pudesse esboçar qualquer reação. No interrogatório, ele negou que ela tenha entrado no carro e também as agressões. Disse sofrer de disritmia cerebral que o obriga a tomar remédios controlados há cerca de quatro anos.

 

A Justiça do Direito  Online

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico