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Justiça nega habeas corpus a ex-marido de mulher que caiu de prédio

Justiça nega habeas corpus a ex-marido de mulher que caiu de prédio

O desembargador David Haddad, da 10ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), negou na quarta-feira (3) o pedido de habeas corpus feito pela defesa do pagodeiro Evandro Correia.

O desembargador David Haddad, da 10ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), negou na quarta-feira (3) o pedido de habeas corpus feito pela defesa do pagodeiro Evandro Correia. O ex-marido é apontado pela polícia como o principal suspeito da morte de Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, que caiu da janela do 3º andar do prédio onde morava em Guarulhos, na Grande São Paulo.

A assessoria do TJ confirmou que o habeas corpus foi negado, mas não disse o motivo alegado pelo desembargador. A Polícia Civil trata o caso como crime de homicídio doloso, quando há a intenção de matar. O filho do casal, de 6 anos, também caiu junto com a mãe no dia 18 de novembro, mas sobreviveu. Ele sofreu uma fratura no maxilar.

O cantor está foragido desde que a Justiça decretou a sua prisão temporária, a pedido da polícia. Por conta disso, ele passou a ser procurado pelos policiais. O advogado de defesa do pagodeiro, Sebastião Cavalcante, disse no fim de novembro que entraria com o pedido de habeas corpus para que o cliente respondesse ao crime em liberdade.

"A prisão antecipada seria uma apenação porque, em um determinado momento, ele pode ser absolvido. Estamos no calor dos fatos ainda", disse o advogado Sebastião Cavalcante na ocasião. De acordo com ele, a alegação de Leandro é que foi a ex-mulher quem cortou a mangueira de gás e decidiu pular da janela com a criança.

Reconstituição

A polícia fez no dia 28 de novembro a reconstituição do crime no prédio em Guarulhos. Nas quase quatro horas de simulação, dois momentos importantes foram encenados: o da queda de Andréia e o resgate do filho dela. A mulher caiu no chão e o menino na marquise do edifício. O garoto, que se recupera na casa da avó, não participou da encenação e foi representado por um boneco.

Durante os trabalhos, os peritos usaram fita métrica para calcular a altura das duas quedas. Também filmaram e fotografaram a parede do prédio de cinco andares. Em seguida, fizeram marcas com giz no local.

 

Com a ausência do cantor, a simulação do crime levou em conta informações obtidas pela investigação da polícia, como os depoimentos. Um deles é do menino que caiu. Ele afirmou que o pai pegou uma faca e cortou a mangueira do botijão de gás. Para os investigadores, isso levou a mãe a pegar o garoto e saltar da janela.

A Jsutiça do Direito Online

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