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Assaltantes que praticavam furtos e roubos nas imediações do Fórum Central são condenados

Assaltantes que praticavam furtos e roubos nas imediações do Fórum Central são condenados

O juiz Alcides da Fonseca Neto, da 11ª Vara Criminal da capital, condenou dois assaltantes, que costumavam roubar e furtar celulares nas imediações do Tribunal de Justiça do Rio, na Avenida Antônio Carlos e Erasmo Braga, no Centro.

O juiz Alcides da Fonseca Neto, da 11ª Vara Criminal da capital, condenou dois assaltantes, que costumavam roubar e furtar celulares nas imediações do Tribunal de Justiça do Rio, na Avenida Antônio Carlos e Erasmo Braga, no Centro. Os dois agiam em parceria, sendo que um abordava as vítimas, inclusive com socos, e repassava o produto do crime para o outro. Em seguida, atravessavam a rua com os carros em movimento e trocavam de roupas para confundir os lesados. A decisão foi proferida no dia 17 de dezembro.

Leonardo Marcolino da Silva foi condenado a sete anos e oito meses de reclusão e Claudemir de Andrade, a seis anos. Eles cumprirão a pena privativa de liberdade, inicialmente, em regime fechado. O juiz Alcides da Fonseca Neto determinou que cópia da sentença seja encaminhada ao Batalhão da Polícia Militar, solicitando que procure melhorar o policiamento ao redor do Fórum, área de grande concentração de pessoas.

"Muitas chegam desesperadas ao Tribunal, em busca de Justiça e ainda acabam saindo despossuídas dos seus pertences, não só em face da ousadia crescente dos criminosos, como também em decorrência da quase falta de policiamento. Será que alguém precisará morrer para que as autoridades tomem as mínimas providências??", indagou o juiz.

Câmeras de segurança do Tribunal de Justiça do Rio registram quase que diariamente situações como a narrada na denúncia do Ministério Público estadual. Após atender o celular, no dia cinco de agosto de 2008, por volta das 18h30, na Avenida Presidente Antônio Carlos, a advogada Viviane Marchesano Ferreira foi atingida por um forte soco no rosto e teve seu telefone roubado pelos réus. Ela refugiou-se num bar, onde soube que a dupla praticava furtos todos os dias na área. Resolveu, então, aguardar no local e, 15 minutos após, presenciou os acusados subtraírem celulares de três ou quatro pessoas dentro de um ônibus. Viviane Ferreira chamou a polícia, sendo que um dos passageiros, Pedro D’Albuquerque Bertoletti Becho, perseguiu os criminosos, conseguindo detê-los com a ajuda policial. Os bens apreendidos com os réus foram avaliados em R$ 650,00.

"O conjunto probatório carreado aos autos é farto e consistente no sentido da procedência da pretensão acusatória, o que permite ao julgador proferir sentença condenatória de forma segura, com considerável grau de certeza", afirmou o juiz.

A Justiça do Direito Online

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