O Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Eletrônica, Cursos de Formação e Transporte de Valores do Distrito Federal (SINDESP/DF) e o Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância do DF entraram em um acordo, agora há pouco, no TRT10, estabelecendo um aumento de 8% no salário da categoria de vigilantes a partir do dia 1º de maio. A categoria conseguiu, ainda, aumento no valor do ticket alimentação, que de R$ 9,55 passa a R$ 12,00. Com o sucesso da negociação de hoje, termina a greve que há três dias pararam os serviços de vigilância em Brasília.
O desembargador Mário Caron, presidente do Tribunal, há dois dias vem conduzindo as negociações entre os sindicatos. Além do ganho salarial e do ticket, a categoria também ganhou um aumento no valor do Plano de Saúde, que de R$ 39,00 passa para R$ 42,00, o Plano Odontológico de R$ 5,00 passa a ser de R$ 6,00 e o repasse para aposentadoria por invalidez ou doença sobe de R$ 9,00 para R$ 10,00.
O acordo prevê que o aumento será pago no contracheque do mês de junho, retroativo a maio. Já a diferença do ticket alimentação será paga em julho, e os pagamentos dos meses de maio e junho serão feitos em agosto.
Com a decisão de hoje (28), o Ministério Público do Trabalho e o Sindesp/DF desistiram de dar continuidade ao dissídio coletivo que tinham proposto nesta Corte.
Além do desembargador Mário Caron, participaram das negociações os procuradores do Trabalho, Valdir Pereira da Silva e Adélio Justino Lucas, deputados, líderes sindicais e advogados.