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Solidariedade no Trânsito

Comemoramos de 21 a 28 de Agosto a semana do deficiente, e justamente por este tema ser a cada dia mais atual e mais verdadeiro na realidade do trânsito no no

Segundo dados do IBGE aproximadamente 14,5% da população brasileira apresentam algum tipo de deficiência.

Esta considerável parcela da população sofre na sua vida diária com os obstáculos que se põe a sua frente por projetos urbanísticos mal feitos, por legislações que não existem e quando existem não são respeitadas, são problemas de obstáculos nas calçadas, com a falta de rampas e faixas para atravessar vias, com motoristas que ultrapassam o sinal vermelho enquanto deficientes estão atravessando, enfim, sofrem com a falta de consciência dos nossos administradores municipais e também dos motoristas.

Comemoramos de 21 a 28 de Agosto a semana do deficiente, e justamente por este tema ser a cada dia mais atual e mais verdadeiro na realidade do trânsito no nosso país, onde produzimos com a nossa incompetência algo em torno de 250.000 mutilados / ano, precisamos trabalhar cada dia mais para conscientizar os nossos motoristas dos direitos dos deficientes físicos e convencer os nossos governantes de que medidas práticas estruturais, urbanísticas e legais, surtiriam bem mais efeito do que simples campanhas educativas, não tirando o mérito destas, mas são ações que precisam andar lado a lado, com o objetivo de resgatar para o deficiente físico a dignidade na hora de se locomover, de transitar e de viver.

As nossas calçadas são verdadeiras pistas de provas de obstáculos, para deficientes em cadeiras de rodas, cada proprietário de residências ou comercio a seu bel prazer, rebaixa o meio fio, eleva a altura das calçadas, coloca cerâmica, granito, ou simplesmente deixa-as no barro, armazena materiais de construção, as lojas colocam anúncios e expõem produtos em pleno passeio, criando assim um verdadeiro caminho de sobe, desce e desvios com obstáculos e as administrações municipais fazem vistas grossas a estas práticas, não cumprem a legislação, principalmente o código de posturas, retirando do deficiente o seu sagrado direito de ir e vir.

Neste ano eleitoral não devemos esquecer de cobrar aos nossos candidatos uma postura de respeito a vida, através de um programa de ação e de governo que contemple a melhoria dos fatores do trânsito como prioridade na defesa da vida e da liberdade.

Solidariedade no Trânsito

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