O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a Johnson & Johnson e a Zoomp a pagarem 300 salários mínimos por usarem personagem de quadrinhos sem autorização dos autores.
Criado por Paulo Garfunkel e Libero Malavoglia, o personagem Vira-lata foi usado em campanhas de prevenção à Aids na década de 90. As empresas associaram o personagem a uma marca de preservativo. A Justiça não aceitou a alegação das empresas de que o uso do Vira-lata no kit tinha finalidade didática.