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Justiça do Rio concede indenização a vítima do caos aéreo

Justiça do Rio concede indenização a vítima do caos aéreo

O 1º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro determinou que a TAM Linhas Aéreas pague uma indenização de R$ 2.500 ao servidor Carlos Guedes Brito. Ele ficou preso no aeroporto de Natal depois da lua-de-mel, durante o caos nos aeroportos em dezembro de 2006. É a primeira sentença relativa ao caso. Da decisão, cabe recurso.

O 1º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro determinou que a TAM Linhas Aéreas pague uma indenização de R$ 2.500 ao servidor Carlos Guedes Brito. Ele ficou preso no aeroporto de Natal depois da lua-de-mel, durante o caos nos aeroportos em dezembro de 2006. É a primeira sentença relativa ao caso. Da decisão, cabe recurso.

O caos foi resultado de uma operação padrão, espécie de greve de categorias em que não são permitidas paralisações, de controladores de vôos em Brasília e que acabou atingindo grandes aeroportos nos demais Estados, como o aeroporto internacional de São Paulo em Cumbica, Guarulhos; o de Congonhas (SP); e o Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

Brito alegou na Justiça que passou a madrugada com a mulher, cerca de 10 horas, no aeroporto tentando voltar ao Rio de Janeiro, no dia 22 de dezembro. Segundo ele, que apresentou todos os recibos da empresa e dos gastos excedentes, os funcionários da empresa não o auxiliaram.

Especialistas adiantaram que os danos deveriam ser ressarcidos pelas companhias aéreas e pela União. O caos nos principais aeroportos do país ocorreu entre os dias 27 de outubro e 3 de novembro, causando transtornos a milhares de passageiros, vítimas de filas de espera, muita irritação e imprevistos.

A assessoria de imprensa da TAM informou que o departamento jurídico da empresa está analisando a decisão, e deve se manifestar dentro do prazo com o recurso cabível.

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