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Ofensa a árbitros de futebol vai custar R$ 450 mil a Luxemburgo

Ofensa a árbitros de futebol vai custar R$ 450 mil a Luxemburgo

O técnico do Santos, Wanderley Luxemburgo da Silva, foi condenado pelo juiz Leandro Ribeiro da Silva, da 41ª Vara Cível do Rio, a pagar indenização de R$ 450 mil por danos morais ao advogado do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Rio de Janeiro, José Alberto Alves Diniz, e aos árbitros Cláudio Vinícius Rodrigues Cerdeira e Leo Feldman, por tê-los ofendido durante entrevista em um programa de TV. O valor determinado é de R$ 150 mil para cada autor, acrescida de correção monetária e juros de 1% ao mês, a partir da citação.

O técnico do Santos, Wanderley Luxemburgo da Silva, foi condenado pelo juiz Leandro Ribeiro da Silva, da 41ª Vara Cível do Rio, a pagar indenização de R$ 450 mil por danos morais ao advogado do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Rio de Janeiro, José Alberto Alves Diniz, e aos árbitros Cláudio Vinícius Rodrigues Cerdeira e Leo Feldman, por tê-los ofendido durante entrevista em um programa de TV. O valor determinado é de R$ 150 mil para cada autor, acrescida de correção monetária e juros de 1% ao mês, a partir da citação.

A ofensa ocorreu em 6 de abril de 2003, no programa “Terceiro Tempo”, apresentado por Milton Neves na TV Record. Na ocasião, Luxemburgo teria dito que “havia um grupo de juízes no Rio de Janeiro que, comandados por um advogado, comandavam uma máfia que entrava com ações para tomar dinheiro dele”. Segundo o juiz, dadas as proporções do alcance da declaração, já que o fato ocorreu numa emissora de TV, em horário nobre, e devido a importância do réu como técnico de futebol, o ato lesivo tornou-se intenso.

Na sentença, o juiz declarou também que as provas dos autos, entre elas, a fita do programa, foram mais do que elucidativas ao demonstrarem que, “de forma clara e inquestionável”, o réu teve a intenção de violar o direito de personalidade dos autores. “Conclui-se que o dolo foi intenso e a lesão abalou os autores, causando sérios constrangimentos em cada um, diante de seus familiares e do público brasileiro que aprecia futebol e que, de alguma maneira, tomou conhecimento do fato”, ressaltou o magistrado.

Ele disse ainda, na sentença, que levou em consideração

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