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25 anos de reclusão para acusado de homicídio no Morro da Macumba

25 anos de reclusão para acusado de homicídio no Morro da Macumba

O Tribunal do Júri da Comarca da Capital, em sessão realizada nesta terça-feira (14/4), condenou Josimar José Patrício, à pena de 25 anos, seis meses e 20 dias de reclusão,

O Tribunal do Júri da Comarca da Capital, em sessão realizada nesta terça-feira (14/4), condenou Josimar José Patrício, à pena de 25 anos, seis meses e 20 dias de reclusão, em regime inicialmente fechado, bem como 60 dias-multa, pelos crimes de roubo, ocultação de cadáver e homicídio qualificado praticado contra Ciro Lopes Ribeiro de Carvalho. O outro acusado, Paulo Roberto Bittencourt, foi absolvido. Segundo os autos, em junho de 2006, a vítima vendeu dois relógios pela quantia de R$ 240,00 a Tiago de Moraes Machado e  Paulo Roberto Bittencourt – negócio intermediado por Josimar Patrício. Como os compradores não efetuaram o pagamento, Ciro pediu a Josimar que intercedesse em seu favor, solicitando a quitação da dívida. Em 20 de junho de 2006, os réus induziram a vítima a acreditar que iria receber a quantia devida, devendo para isso deslocar-se ao Morro da Macumba, no bairro Saco dos Limões, na Capital. Ao chegar no local combinado para o pagamento, Ciro foi surpreendido pelos acusados com chutes, socos e pontapés. Ato contínuo, uma terceira pessoa, a mando de Josimar, disparou inúmeros tiros de revólver contra Ciro, responsáveis por sua morte. Além de não receber o que lhe era devido, a vítima teve roubado um telefone celular, uma pochete e uma corrente de prata. Para a acusação, o crime foi praticado mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, que teve as mãos imobilizadas, a boca amordaçada com fita adesiva, além de ter sido obrigado a subir o Morro. O júri foi presidido pelo juiz Luiz Cesar Schweitzer e contou com a participação do promotor de justiça Paulo Antônio Locatelli e dos advogados André Kincheski (Josimar) e Fernando Costa Leite (Paulo), que atuaram na defesa dos réus. 

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