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Acusado de mandar matar chefe do INSS em Governador Valadares (MG) é condenado

Acusado de mandar matar chefe do INSS em Governador Valadares (MG) é condenado

Milson Sousa Bridge foi condenado a 16 anos de reclusão. O médico perito Milson Sousa Bridge foi condenado a 16 anos de reclusão por homicídio doloso duplamente qualificado. O julgamento teve início na quarta-feira, 11 de julho, e terminou ontem de madrugada, 12 de julho. Quatro jurados votaram a favor da condenação e três pela absolvição.

Milson Sousa Bridge foi condenado a 16 anos de reclusão.

O médico perito Milson Sousa Bridge foi condenado a 16 anos de reclusão por homicídio doloso duplamente qualificado. O julgamento teve início na quarta-feira, 11 de julho, e terminou ontem de madrugada, 12 de julho. Quatro jurados votaram a favor da condenação e três pela absolvição.

Em denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal em Minas Gerais no dia 4 de dezembro de 2006, Milton foi acusado de ser o mentor intelectual do assassinato da chefe da Seção de Perícias Médicas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Maria Cristina de Souza. Ela foi morta com três tiros no dia 13 de setembro do ano passado, na cidade de Governador Valadares, região leste de Minas Gerais.

As investigações revelaram que Maria Cristina foi assassinada porque combatia um esquema de concessão fraudulenta de benefícios previdenciários comandado por Milson Bridge e por outro acusado, José Alves de Souza – o Zuza. Zuza gerenciava as pessoas que queriam receber o benefício fraudado e indicava os nomes para o médico. Bridge, por sua vez, desviava as fichas dessas pessoas para que ele mesmo pudesse atendê-las e emitia as informações necessárias para concessão das aposentadorias fraudulentas.

Participaram também do crime os irmãos Rodolfo e Ricardo Pereira dos Anjos e um adolescente apontado como o autor dos disparos. Na pronúncia, a juíza excluiu Rodolfo Pereira dos Anjos da acusação de homicídio doloso.

O julgamento de José Alves de Souza e Ricardo Pereira dos Anjos, que também ocorreria na quarta-feira, foi desmembrado, porque os advogados de defesa não chegaram a um acordo quanto à escolha dos jurados.

Peritos mortos – Outro médico perito do INSS foi morto em Minas Gerais no dia 29 de maio passado. O motivo do crime também estaria na recusa em conceder benefício previdenciário que o médico julgava indevido. O autor do homicídio foi preso em flagrante e a denúncia foi oferecida duas semanas depois pela Procuradoria da República no município de Patos de Minas. Com o recebimento em 15 de junho, foi instaurada a Ação Penal nº 2007.38.06.002639-2.

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