O Tribunal do Júri da Comarca de Ipanguaçu condenou a 37 anos e quatro meses de reclusão, os acusados pela morte da criança Elizete Lemos em ritual de magia negra.
Foram submetidos a júri Francisco Veridiano Fernandes da costa, Carlúzia Maria de Oliveira e Wollas Cristian Fernandes. Os três réus negaram o participação no crime, mas o Conselho de Sentença acatou a denúncia do Ministério Público, condenando-os de acordo com os artigos 121, 2º, I, III e IV, parte final, c/c art. 29, todos do Código Penal.
O CRIME
A morte de Elizete Moura Lemos, em ritual de magia negra, em 10 de novembro de 1996, causou revolta, grandes mobilizações populares e repercussão nacional. O crime ocorreu por volta das 19 horas, na localidade denominada Sítio Arapuá, em Ipanguaçu/RN, os denunciados, associados em quadrilha, seqüestraram e mataram Elizete Moura Lemos, com dez anos de idade, mediante afogamento e posterior mutilação do corpo da criança com o uso de objetos perfurocortantes.
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