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Cabo da PM pega 12 anos de reclusão por matar servente

Cabo da PM pega 12 anos de reclusão por matar servente

O 2° Tribunal do Júri de Goiânia condenou a 12 anos de reclusão em regime fechado, a ser cumprido em presídio militar, o cabo da Polícia Militar Marcelo Alves Dias, de 38 anos.

O 2° Tribunal do Júri de Goiânia condenou a 12 anos de reclusão em regime fechado, a ser cumprido em presídio militar, o cabo da Polícia Militar Marcelo Alves Dias, de 38 anos. Ele é acusado de matar o servente Joel Rodrigues de Almeida, então com 22 anos, na noite de 10 de abril de 1992, no interior de um ônibus coletivo, no Setor Parque Amazonas. A sessão foi presidida pelo juiz Antônio Fernandes de Oliveira.

De acordo com a denúncia, Joel estava no interior do ônibus segurando umas garrafas que, em razão da movimentação do ônibus, esbarraram na cabeça de uma passageira que não aceitou as desculpas pedidas por ele. O servente insistiu que a passageira aceitasse as desculpas, o que não ocorreu.

Diante da situação, Marcelo mandou que o motorista parasse o ônibus e que os passageiros descessem do veículo, ordem que não foi acatada pelo servente. Após rápida discussão entre eles, Marcelo, sentindo-se desrespeitado, deu um tiro que acertou o peito de Joel e em seguida chutou o corpo dele para fora do veículo e fugiu do local.

Em plenário, o representante do Ministério Público (MP) pediu a condenação do réu por homicídio qualificado cometido por motivo fútil e a defesa sustentou a tese de homicídio privilegiado, de legítima defesa e de que não poderia se exigir do réu outra conduta no momento do crime. Os jurados, contudo, acolheram a tese do MP.

 

A Justiça do Direito Online

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