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Corte Interamericana julga caso de soldado paraguaio vítima de tortura em sessão aberta

Corte Interamericana julga caso de soldado paraguaio vítima de tortura em sessão aberta

Em seu segundo dia de sessão aberta ao público, a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CorteIDH) começa, daqui a pouco no Superior Tribunal de Justiça (STJ), julgando o suposto assassinato de Gerardo Vargas Areco, de 16 anos, torturado quando cumpria serviço militar obrigatório no Exército do Paraguai. O início está previsto para as 9h30.

Em seu segundo dia de sessão aberta ao público, a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CorteIDH) começa, daqui a pouco no Superior Tribunal de Justiça (STJ), julgando o suposto assassinato de Gerardo Vargas Areco, de 16 anos, torturado quando cumpria serviço militar obrigatório no Exército do Paraguai. O início está previsto para as 9h30.

A Corte escutará declarações das testemunhas e peritos oferecidas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, os representantes das supostas vítimas e o Estado paraguaio, assim como as alegações das partes sobre o mérito e as eventuais reparações e custos do caso em questão.

Preservar a vida e a integridade pessoal de presos em centros carcerários de Mendoza, na Argentina, será o último caso a ser apreciado pela Corte Interamericana neste dia. A sessão tem início às 15h30 e também ocorre em audiência pública. A Corte escutará os argumentos da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, dos representantes dos beneficiários das medidas provisórias e do Estado da Argentina a respeito das medidas provisórias proferidas pela própria CorteIDH no caso em questão.

A sessão extraordinária – preparada pelo STJ, pelo Ministério das Relações Exteriores e pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República – realiza-se até sexta-feira, dia 31. A organização foi discutida durante reunião que aconteceu em São José, com a participação do ministro Gilson Dipp e representantes do governo brasileiro.

No dia 31, último dia, transcorre o seminário “Corte Interamericana de Direitos Humanos”, cuja coordenação é do ministro Gilson Dipp, com a participação de juízes da Corte.

O evento, inédito no país, será realizado no auditório externo do STJ e as inscrições podem ser feitas no local.

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