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30/03/2006

ACM propõe a Busato criação de normas para fortalecer CPIs

O senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) propôs, no plenário do Senado, a elaboração de uma espécie de manual, elaborado numa parceria entre o Senado e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para dar fundamentos legais ao funcionamento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada pelo Congresso Nacional. Para ACM, a criação desse conjunto de normas, para ser aprovada pelo Congresso Nacional, será a solução para evitar que as CPIs funcionem sem a intromissão dos investigados, através, sobretudo, de pedidos de mandados de segurança junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), o que lhes garante o direito de não comparecer ou não responder a questionamentos.

OAB contesta lei que cria súmula vinculante do primeiro grau

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ingressou com a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) n° 3695 perante o Supremo Tribunal Federal, contestando a íntegra da Lei federal 11.277/06, que acrescentou o artigo 285-A à Lei n° 5.869/73, que institui o Código de Processo Civil. O referido artigo cria uma espécie de ‘súmula vinculante’ impeditiva do curso do processo no primeiro grau da Justiça. Para o presidente nacional da OAB, Roberto Busato, signatário da ação proposta ao STF, a nova lei, que entrará em vigor dia 08 de maio próximo, ‘viola o princípio da igualdade, da segurança, do acesso à Justiça, do contraditório e do devido processo legal’. Por estas razões, a OAB requer o seu expurgo do ordenamento jurídico do País por meio da Adin, com pedido de liminar.

Suspeito de abusar sexualmente da enteada é proibido de retornar ao lar

Homem acusado de praticar maus tratos e abusar sexualmente da enteada está impedido de retornar ao lar. Em decisão monocrática, o Desembargador Ricardo Raupp Ruschel, integrante da 7ª Câmara Cível do TJRS, proveu recurso de agravo de instrumento em ação cautelar de separação de corpos, movida pela companheira na Comarca de Gravataí.

TST esclarece cálculo de hora extra para comissionista misto

A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho esclareceu, durante julgamento de recurso de revista, a forma de cálculo das horas extraordinárias para o empregado comissionista misto, que tem a remuneração paga de forma fixa (salário) e variável (comissões). A decisão unânime foi relatada pelo ministro Aloysio Corrêa da Veiga e resultou no indeferimento de pedido de revista formulado por um vendedor, ex-empregado da Xerox Comércio e Indústria Ltda.

TST confirma complementação de auxílio-doença a bancário

A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, em julgamento unânime, confirmou o direito de um bancário do interior paulista ao pagamento, pelo Banco do Estado de São Paulo S/A – Banespa, de complementação de auxílio-doença previsto em norma coletiva. A decisão, tomada conforme o voto do ministro João Batista Brito Pereira (relator), negou recurso de revista ao banco e assegurou a complementação a partir da perícia médica do INSS, apesar da norma coletiva condicionar a concessão do benefício ao laudo de médicos da empresa.

Light terá de pagar R$ 20 mil por apagão em festa de 15 anos

A falta de energia elétrica em uma casa de festas contratada para comemoração de um aniversário de 15 anos vai custar caro à Light. A empresa foi condenada pela Justiça do Rio a pagar indenização de R$ 20 mil pelos danos morais causados à família promotora do evento. A decisão é da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que confirmou sentença proferida pelo juiz da 2ª Vara Cível do Foro Regional de Bangu.

Candidata ao cargo de fisioterapeuta de universidade federal consegue nomeação

A Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), à unanimidade, determinou, em definitivo, a nomeação e posse de Flávia Maria Lins Auto no cargo de fisioterapeuta da Universidade Federal de Alagoas. A decisão se deu em um mandado de segurança com pedido liminar impetrado pela candidata contra o ministro de Estado da Educação e contra a reitora da Universidade Federal de Alagoas, objetivando sua nomeação e posse no cargo de fisioterapeuta da instituição.

Estrangeiro residente no Brasil antes da vigência da Lei 7.685 tem direito a registro provisório

O estrangeiro com domicílio no Brasil antes da vigência da Lei n. 7.685/1988, porém de forma irregular, tem direito a registro provisório, sem influência o fato de ele ter saído e voltado como turista. Com esse entendimento, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não acolheu o recurso com o qual a União buscava reverter decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (RS).

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