seu conteúdo no nosso portal

Juiz mantém audiência que investiga Beira-Mar

Juiz mantém audiência que investiga Beira-Mar

O juiz da 3ª Vara da Justiça Federal, Odilon de Oliveira, disse ontem que deu prazo até o dia 13 deste mês para que os advogados definam se o mega-traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, irá acompanhar os depoimentos de 54 testemunhas, a maioria em Coronel Sapucaia, relativo ao processo que envolve lavagem de dinheiro.

O juiz da 3ª Vara da Justiça Federal, Odilon de Oliveira, disse ontem que deu prazo até o dia 13 deste mês para que os advogados definam se o mega-traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, irá acompanhar os depoimentos de 54 testemunhas, a maioria em Coronel Sapucaia, relativo ao processo que envolve lavagem de dinheiro.

O magistrado encaminhou anteontem por fax aos advogados de Beira-Mar o pedido para que eles definam se o réu irá acompanhar as audiências.

Um dos temores é quanto à segurança de Beira-Mar devido à proximidade com o Paraguai, onde o traficante teria alguns inimigos.

Os advogados de Beira-Mar conseguiram garantir na Justiça que o traficante acompanhe todos os processos que o envolvem. Caso ele não tivesse esta autorização, o acompanhamento poderia ser realizado por videoconferência ou somente com a presença dos advogados.

A defesa do mega-traficante solicitou ainda a anulação de interrogatórios anteriores prestados por Beira-Mar, alegando que na data ele estava sem advogado. Entretanto, Oliveira negou o pedido e comprovou que Beira-Mar esteve nas inquirições anteriores acompanhado de advogados.

O magistrado ainda não julgou o pedido da defesa para que o processo de lavagem de dinheiro de Beira-Mar fosse julgado junto com outro que tramita no Rio de Janeiro. O juiz afirmou que aguarda o parecer do Ministério Público Federal (MPF) sobre o caso e até o julgamento final o processo permanece em Mato Grosso do Sul.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico