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Justiça nega liberdade à bancário que matou mulher

Justiça nega liberdade à bancário que matou mulher

Steinbach, no dia de sua prisão, em novembro O bancário Paulo Eduardo Costa Steinbach, que teria atropelado e matado a esposa propositalmente, em Florianópolis (SC), em novembro, vai continuar preso. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de liberdade do bancário.

Steinbach, no dia de sua prisão, em novembro O bancário Paulo Eduardo Costa Steinbach, que teria atropelado e matado a esposa propositalmente, em Florianópolis (SC), em novembro, vai continuar preso. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de liberdade do bancário.

Steinbach foi preso em flagrante em 13 de novembro. Segundo testemunhas, ele teria acelerado o carro para atropelar a mulher, a artesã Yara Margareth Paz Steinbach, que, com o impacto, caiu sobre o capô do veículo. Ela ficou prensada entre o carro e um muro e morreu.

O atropelamento aconteceu diante dos dois filhos da vítima, que estavam dentro do veículo. O bancário teve sua prisão preventiva decretada para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal.

O Tribunal de Justiça (TJ) de Santa Catarina já havia negado a liberade ao acusado. No pedido encaminhado aos STJ, os advogados de defesa alegam que Steinbach está sofrendo constrangimento ilegal e que não há necessidade de prisão cautelar.

Para o ministro Barros Monteiro, do STJ, no entanto, não se verifica o constrangimento e os motivos apresentados na decisão do TJ e no decreto de prisão são aparentemente suficientes para fundamentar a decisão.

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