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Papeleiro é condenado a 24 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado

Papeleiro é condenado a 24 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado

O Tribunal do Júri de Porto Alegre condenou, o papeleiro Moacir Farias dos Santos, 43 anos, pela morte de menino de 11 anos, filho de sua ex-mulher. A pena, por homicídio triplamente qualificado, foi arbitrada em 24 anos de reclusão em regime inicialmente fechado. O Juiz de Direito Ângelo Furlanetto Ponzoni presidiu o julgamento, que se estendeu das 9 h às 18h30min.

O Tribunal do Júri de Porto Alegre condenou, o papeleiro Moacir Farias dos Santos, 43 anos, pela morte de menino de 11 anos, filho de sua ex-mulher. A pena, por homicídio triplamente qualificado, foi arbitrada em 24 anos de reclusão em regime inicialmente fechado. O Juiz de Direito Ângelo Furlanetto Ponzoni presidiu o julgamento, que se estendeu das 9 h às 18h30min.

O crime ocorreu em 7/7/06 no Parque Harmonia na Capital. Com o objetivo de vingança de sua ex-mulher, Moacir dos Santos enforcou a criança, pendurando-a numa árvore.

Na mesma data, o papeleiro asfixiou e afogou um menino de um ano e 11 meses, que também era filho da ex-mulher, tendo sido condenado por esse crime, em 5/6, à pena de 25 anos e dois meses de reclusão.

Moacir também já foi condenado por estupro em Palmeira das Missões, assalto em Carazinho e responde ainda processo por atentado violento ao pudor na cidade de Ijuí.

Proc 20600564100

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