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Polícia de Alagoas vê ligação criminosa entre Lindemberg e pai de Eloá

Polícia de Alagoas vê ligação criminosa entre Lindemberg e pai de Eloá

A Polícia de Alagoas suspeita que Lindemberg Alves Fernandes, o assassino na tragédia de Santo André, e o pai da adolescente Eloá, Everaldo Pereira dos Santos, sejam comparsas.

A Polícia de Alagoas suspeita que Lindemberg Alves Fernandes, o assassino na tragédia de Santo André, e o pai da adolescente Eloá, Everaldo Pereira dos Santos, sejam comparsas.

 

Para o delegado Marcílio Barenco, diretor geral de Polícia Civil de Alagoas, ele agia, em Santo André, junto com Lindemberg. "Há suspeitas concretas que o Lindenberg e ele faziam parte de uma grupo criminoso em Santo André. Então, Lindemberg não era só namorado da filha", afirma.

 

O delegado faz ainda outras considerações. "Tanto que Eloá já tinha sido espancada anteriormente e, pela personalidade dele, ele não aceitaria isso com a filha se não tivesse uma estreita relação com esse rapaz", disse Barenco.

A polícia paulista não informou se tem, até o momento, suspeitas da ligação entre o seqüestrador e o foragido. Nesta sexta-feira (24), o delegado da Polícia Civil de São Paulo concluiu o inquérito sobre o seqüestro. Ao chegar ao fórum, o delegado disse: "acabou". Em 185 páginas, há o depoimento de 26 pessoas e o registro de que uma se recusou a falar: Lindemberg Alves – o principal indiciado.

Lindemberg vai reponder por vário crimes: homicídio (pela morte da ex-namorada, Eloá Pimentel), duas tentativas de homícidio (por ter atirado contra Nayara da Silva e contra um policial militar) e ainda cárcere privado (por ter mantido pessoas presas em um apartamento).

Santos também foi indiciado por falsidade ideológica, uso de documento falso e porte ilegal de arma. Ele adotou um nome falso e guardava uma espingarda em casa. Ao passar mal, em Santo André, durante o seqüestro, foi descoberto pela polícia de Alagoas, e fugiu. Lá, everaldo é acusado de fazer parte de um grupo de extermínio.

O Ministério Público tem até o dia três de novembro para entregar a denúncia à Justiça. Mas o promotor Antônio Nobre Folgado já adiantou: vai pedir a condenação de Lindenberg Fernandes a uma pena mínima de 25 anos de prisão. Ele acrescentou: espera que o julgamento ocorra em até um ano.

"Ele tinha vontade de matar, exerceu uma conduta criminosa, direcionando o revólver para a face das vítimas, puxando o gatilho e matando uma vítima e ferindo outra gravemente. Espero transmitir a minha convicção aos jurados e certamente, se Deus quiser, ele será condenado", disse o promotor.

 

A Justiça do Direito Online

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