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Rebelião em Manaus deixa pelo menos um morto

Rebelião em Manaus deixa pelo menos um morto

Apesar de um porta-voz da Polícia Militar do Amazonas ter confirmado a morte de duas pessoas durante a rebelião que envolve 450 detentos no Instituto Penal Antônio Trindade, em Manaus, uma fonte do próprio presídio garante que apenas um preso morreu. Ele estaria entre os sete feridos que foram socorridos em um hospital da cidade.

Apesar de um porta-voz da Polícia Militar do Amazonas ter confirmado a morte de duas pessoas durante a rebelião que envolve 450 detentos no Instituto Penal Antônio Trindade, em Manaus, uma fonte do próprio presídio garante que apenas um preso morreu. Ele estaria entre os sete feridos que foram socorridos em um hospital da cidade. Das cinco pessoas que foram feitas reféns, duas teriam sido liberadas. Restariam ainda dois professores – um deles identificado como Augusto César Oliveira – e o preso Antônio dos Santos Soares, o “Toni”, acusado de cinco homicídios.

A rebelião teve início às 16 horas de segunda-feira (17h de Brasília) durante uma aula de educação física para os detentos. Depois de fazerem cinco reféns, os presos atearam fogo em colchões, móveis e outros materiais inflamáveis. “Toni” foi enrolado em um colchão e duramente espancado, informou um agente penitenciário. No instituto penal são mantidos detentos que aguardam julgamento e os do “seguro”, que foram jurados de morte em outras cadeias.

Os detentos exigem maior rapidez na tramitação de seus processos maior tempo para visitas e banhos de sol e melhorias na alimentação e nas condições de higiene. Uma comissão formada por dois coronéis da PM, e representantes do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Tribunal de Justiça (TJ-AM) negocia a liberação dos reféns e o fim da rebelião. Essa negociação é acompanhada pelo Secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Amazonas, Carlos Lélio Lauria.

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