seu conteúdo no nosso portal

STJ liberta suspeitos de seqüestrar mãe do jogador Robinho

STJ liberta suspeitos de seqüestrar mãe do jogador Robinho

Os magistrados da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) concederam um habeas corpus a duas suspeitas de terem seqüestrado a mãe do jogador Robinho, Marina da Silva Souza, no final de 2004. Em decisão divulgada nesta quinta-feira, eles afirmaram que não há fatos concretos que justifiquem a prisão da dupla.

Os magistrados da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) concederam um habeas corpus a duas suspeitas de terem seqüestrado a mãe do jogador Robinho, Marina da Silva Souza, no final de 2004. Em decisão divulgada nesta quinta-feira, eles afirmaram que não há fatos concretos que justifiquem a prisão da dupla.

Com a decisão –unânime–, Roberta Carneiro do Amaral e Sandra Zopi da Silva tiveram suas prisões preventivas revogadas. Elas estavam presas havia quase dois anos.

No pedido de prisão, o Ministério Público argumenta que a prisão era necessária “para garantia da ordem pública não somente pela comoção nacional, já que a vítima é mãe do jogador de futebol, mas também para mostrar o braço firme do Estado, visto que após o cometimento deste delito muitos outros com a mesma espécie de vítima, por inspiração, foram cometidos”.

De acordo com a denúncia (acusação formal), as duas são suspeitas de terem vigiado Marina no cativeiro e negociado com familiares dela o pagamento de resgate.

No pedido de habeas corpus, a defesa das duas alega que o decreto de prisão “não encontra respaldo nos fatos do processo”. O pedido foi negado em primeira instância e pelo TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, mas foi aceito pelo STJ.

Marina, então com 44 anos, foi seqüestrada no dia 6 de novembro de 2004 quando participava de um churrasco na Praia Grande (litoral de São Paulo). Ela ficou 41 dias no cativeiro e foi solta depois que a família pagou R$ 200 mil como resgate.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico