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Viúva planejou morte de milionário, aponta inquérito encerrado

Viúva planejou morte de milionário, aponta inquérito encerrado

Carro com PMs teria dado cobertura à moto utilizada no dia do crime. Relatório define suposto papel de acusados no assassinato de Renné Senna A polícia encerrou o inquérito sobre morte de milionário da Mega-Sena buscar nesta segunda-feira (26). A partir de agora, o Ministério Público tem até sexta-feira (30) para denunciar os seis presos, suspeitos de participar do crime no dia 7 de janeiro de 2007. De acordo com as investigações, Adriana Almeida, viúva de Renné Senna, seria a mandante do assassinato e teria contratado ex-seguranças para matar o marido. Além da ex-cabeleireira, presa no fim de janeiro, os outros cinco suspeitos terão prisão preventiva pedida nesta segunda-feira (26), em Rio Bonito. Renné Senna ganhou R$ 52 milhões na loteria em 2005.

Carro com PMs teria dado cobertura à moto utilizada no dia do crime. Relatório define suposto papel de acusados no assassinato de Renné Senna

A polícia encerrou o inquérito sobre morte de milionário da Mega-Sena buscar nesta segunda-feira (26). A partir de agora, o Ministério Público tem até sexta-feira (30) para denunciar os seis presos, suspeitos de participar do crime no dia 7 de janeiro de 2007. De acordo com as investigações, Adriana Almeida, viúva de Renné Senna, seria a mandante do assassinato e teria contratado ex-seguranças para matar o marido. Além da ex-cabeleireira, presa no fim de janeiro, os outros cinco suspeitos terão prisão preventiva pedida nesta segunda-feira (26), em Rio Bonito. Renné Senna ganhou R$ 52 milhões na loteria em 2005.

“Ela (Adriana) entraria como mandante porque teria contratado o Anderson (Anderson Sousa, ex-segurança de Renné Senna) para cometer o crime e ele, então, teria contratado os demais indiciados, que já eram comparsas dele”, explica Ricardo Barboza, delegado adjunto da Delegacia de Homicídios do Rio (DH). Anderson é acusado de ser o autor dos disparos que mataram o ex-lavrador.

Relatório final recheado de ingredientes de folhetim

Dinheiro, sexo, traição, vingança. Setenta e nove dias depois do crime, o relatório final segue recheado de ingredientes de folhetim, com indícios baseados em provas testemunhais, contradições, e dados bancários e telefônicos de alguns dos suspeitos. Entre as provas técnicas, uma motocicleta apreendida na casa de um dos ex-seguranças com o lacre de segurança da placa violado e que, segundo a perícia, teria sofrido lanternagem e pintura recentes. Em depoimento, testemunhas chegaram a dizer que a moto usada no crime teria sofrido um tombo durante a fuga.

“A lista com as localizações das antenas de telefones celulares aumentam as contradições dos depoimentos deles, contrariam toda a tese de que Adriana e Sousa, não mantinham contato desde a demissão do ex-PM da fazenda, em setembro do ano passado. Eles se falaram muitas vezes, inclusive poucos dias antes do crime. Os dados também mostram que o álibi dele cai por terra. Porque ele mentiu?”, questiona o delegado.

Em depoimento informal ao ser preso, Anderson Silva de Sousa alegou que estaria em Petrópolis (Região Serrana do Rio) na casa de familiares, desde as festas de fim de ano até dias depois do crime. A arma, que segundo depoimento de empregados dele, ex-colegas de trabalho e testemunhas, era usada pelo ex-PM, desapareceu. “Por que ele escondeu a arma?”, desconfia o delegado.

Segundo o delegado Ricardo Barbosa, as investigações apontam o ex-segurança Ednei Gonçalves Pereira como a pessoa que guiava a moto usada pelo assassino, e os policiais Ronaldo Amaral Oliveira e Marco Antonio Vicente, como responsáveis por dar apoio aos criminosos em um carro, avisando sobre qualquer tipo aproximação da polícia local. Janaína Oliveira Silva, mulher de Sousa e amiga de Adriana, teria ajudado nos preparativos e feito o contato entre o marido e a loura. Os seis estão presos.

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