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Presidente do TST defende discussão contínua sobre orçamento e finanças na Justiça do Trabalho

Presidente do TST defende discussão contínua sobre orçamento e finanças na Justiça do Trabalho

O presidente do TST, ministro Milton de Moura França, defendeu a ideia de estabelecer um fórum contínuo de discussões sobre temas relativos à área financeira e orçamentária

O presidente do TST, ministro Milton de Moura França, defendeu a ideia de estabelecer um fórum contínuo de discussões sobre temas relativos à área financeira e orçamentária, que faça parte das atividades constantes do calendário anual do Conselho Superior da Justiça do Trabalho. A declaração foi feita durante a abertura do II Simpósio de Administração Financeira e Orçamentária da Justiça do Trabalho, com a participação de representantes das áreas técnicas de Planejamento, Contabilidade e Orçamento do TST e dos 24 Tribunais Regionais do Trabalho. 
Promovido pelo CSJT, o evento tem como objetivo orientar e uniformizar as rotinas e procedimentos relativos à área financeira e orçamentária. Para isso, a Assessoria de Planejamento, Orçamento e Finanças do CSJT, que coordena os trabalhos, selecionou para discussão temas relevantes afetos aos assuntos de planejamento, orçamento e finanças, vivenciados na realidade diária de cada participante. Entre os temas a serem discutidos estão o Ato Conjunto n.º 04/2010 TST.CSJT, que trata de procedimentos e prazos para a programação financeira dos Tribunais, os procedimentos a serem observados nas solicitações de créditos adicionais em 2010, a confecção técnica da proposta orçamentária prévia para 2011, inovações e procedimentos operacionais contábeis e o novo sistema de custos, dentre outros.
O ministro Moura França destacou a importância da troca de experiências para o enriquecimento das atividades, a celeridade das decisões e a padronização das tarefas. “Esse evento faz parte do nosso objetivo de aproximar cada vez mais o Conselho Superior da Justiça do Trabalho dos Tribunais Regionais, através da troca de experiências, para o enriquecimento constante das atividades desenvolvidas, para a celeridade nas decisões a serem tomadas e para a padronização das tarefas, considerando os princípios norteadores da Administração Pública”.

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