seu conteúdo no nosso portal

Sindicato dos Aeroviários é parte legítima para propor ação contra empresas de serviços aéreos

Sindicato dos Aeroviários é parte legítima para propor ação contra empresas de serviços aéreos

A 8ª Turma do TRT-MG confirmou a legitimidade ativa (possibilidade de alguém, algum órgão ou empresa, entrar com uma ação na justiça) do Sindicato Nacional dos Aeroviários

A 8ª Turma do TRT-MG confirmou a legitimidade ativa (possibilidade de alguém, algum órgão ou empresa, entrar com uma ação na justiça) do Sindicato Nacional dos Aeroviários – SNA para propor ação contra empresa que presta serviços para a INFRAERO – Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, por entender que não há representação sindical específica para essa categoria de trabalhadores.
A empresa alegou ser filiada ao Sindicato Nacional de Empresas Prestadoras de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo – SINEATA, mas não ao SNA porque este não compreende os serviços prestados por ela. Assim, a empresa entende que o SNA não poderia ter proposto a ação por não manter qualquer tipo de vínculo com ela, nem mesmo celebração de convenções coletivas.
A categoria dos aeroviários tem regulamentação própria prevista no Decreto 1.232/62, que dispõe que aeroviários são aqueles que prestam serviços terrestres em empresas de transporte aéreo. Acontece que, segundo explicou o desembargador Fernando Antônio Viégas Peixoto, a empresa reclamada e seus empregados prestam serviços aeroviários para a INFRAERO e não existe órgão sindical da categoria profissional específica dos empregados em empresas prestadoras de serviços aeroviários. Assim, o sindicato que representa os aeroviários, também deve representar os prestadores de serviços aeroviários.
O fato de a recorrente-empregadora não ter negociado ou celebrado instrumento normativo coletivo com o SNA não exclui sua representação sindical, pois o órgão de classe tem representatividade assegurada no inciso III da Constituição da República,
 

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico