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Bancos querem cortar poupança

Bancos querem cortar poupança

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apresentou ao governo proposta para reduzir os rendimentos da poupança. Com a queda progressiva da taxa básica de juros da economia (Selic), a rentabilidade da aplicação mais popular do país tem se aproximado cada vez mais da dos fundos de investimentos, que dão mais lucro aos bancos. Isso porque 65% dos recursos da caderneta devem ir para habitação.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apresentou ao governo proposta para reduzir os rendimentos da poupança. Com a queda progressiva da taxa básica de juros da economia (Selic), a rentabilidade da aplicação mais popular do país tem se aproximado cada vez mais da dos fundos de investimentos, que dão mais lucro aos bancos. Isso porque 65% dos recursos da caderneta devem ir para habitação.

E como esses empréstimos têm prazos bastante longos, de até 20 anos, o retorno para as instituições financeiras é muito menor que o do dinheiro investido nos fundos. A sugestão da Febraban é que a Taxa Referencial (TR), usada no correção mensal da poupança, seja mais “sensível” à Selic. Hoje, a caderneta tem rendimento anual de 6%, mais 2,5% pela TR, totalizando 8,5%, em média. Como a TR é baseada no rendimento de títulos bancários (CDBs e RDBs), mesmo que a Selic caia, o ganho não é tão afetado. Já os fundos têm sua rentabilidade atrelada à taxa básica de juros.

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