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Campanha: povo não é alienado e quer mudanças, diz OAB-ES

Campanha: povo não é alienado e quer mudanças, diz OAB-ES

O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Espírito Santo, Agesandro da Costa Pereira, afirmou hoje (13) que o povo brasileiro não é alienado em relação à crise política que atingiu o governo federal, mas tem esperança de mudanças para as eleições de outubro próximo. Na opinião do dirigente da OAB capixaba, o povo é um bom juiz dos acontecimentos políticos e segue marcando sua decepção e revolta diante das denúncias de caixa dois e de uso desvirtuado de recursos públicos. 'Acho que essa presença da gente brasileira na análise dos grandes problemas da nação guarda sintonia com um aperfeiçoamento maior da situação'.

O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Espírito Santo, Agesandro da Costa Pereira, afirmou hoje (13) que o povo brasileiro não é alienado em relação à crise política que atingiu o governo federal, mas tem esperança de mudanças para as eleições de outubro próximo. Na opinião do dirigente da OAB capixaba, o povo é um bom juiz dos acontecimentos políticos e segue marcando sua decepção e revolta diante das denúncias de caixa dois e de uso desvirtuado de recursos públicos. “Acho que essa presença da gente brasileira na análise dos grandes problemas da nação guarda sintonia com um aperfeiçoamento maior da situação”.

Para Agesandro Pereira, a OAB tem papel fundamental na busca por eleições mais limpas para este ano: o de conscientizar o povo para a importância do voto consciente e oferecer-se para receber as denúncias de compra de votos. “No lugar onde nasci, o pessoal diz que ´água mole em pedra dura, tanto bate até que fura´. Então, é preciso bater. É preciso pregar. Já o escritor sagrado falava isso. É preciso falar, falar, insistir. E nisso, há de ficar alguma coisa”.

As denúncias de irregularidades e de compra de votos nas eleições de 2006 poderão ser direcionadas aos Comitês de Combate à Corrupção Eleitoral que serão montados em todo o país, dentro da campanha deflagrada pela OAB em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (OAB). Por meio desses comitês, o eleitor poderá denunciar irregularidades nas eleições que serão enviadas para investigação do Ministério Público. Atuam como parceiras na Campanha Nacional de Combate à Corrupção Eleitoral outras 17 entidades da sociedade civil.

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