seu conteúdo no nosso portal

Cargos por decreto: MPF recorre contra recontratação de 26 mil em TO

Cargos por decreto: MPF recorre contra recontratação de 26 mil em TO

Cinco procuradores federais de Tocantins pedem ao Ministério Público Federal a extinção de 35 mil cargos públicos criados por decreto e escorados numa lei inconstitucional. A informação é do blog do Josias. Criado pelo governador Marcelo Miranda (PMDB), o "mega-trem da alegria" no Estado previa a contratação de 35 mil servidores sem concurso público. Do total de vagas, 26 mil já haviam sido preenchidas.

Cinco procuradores federais de Tocantins pedem ao Ministério Público Federal a extinção de 35 mil cargos públicos criados por decreto e escorados numa lei inconstitucional. A informação é do blog do Josias.

Criado pelo governador Marcelo Miranda (PMDB), o “mega-trem da alegria” no Estado previa a contratação de 35 mil servidores sem concurso público. Do total de vagas, 26 mil já haviam sido preenchidas.

Em agosto, o governador do Estado ignorou uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que tornou inconstitucional a medida e readmitiu os funcionários que já haviam sido contratados.

Miranda demitiu os 26 mil funcionários após declaração do ministro Carlos Ayres Britto, que taxou o trem da alegria como “enlouquecidamente inconstitucional”. Horas depois, o governador assinou um “ato de nomeação” na Assembléia Legislativa para recolocar os “demitidos” no erário.

É justamente contra essa recontratação em massa que se insurge o grupo de procuradores. Em documento enviado ao procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, eles defendem que o excesso de esperteza do governador, além de produzir instabilidade jurídica, arranha a própria autoridade do STF, que teve uma decisão flagrantemente descumprida.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico