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Cientistas apóiam estudo de embrião no STF

Cientistas apóiam estudo de embrião no STF

Audiência pública no STF visa auxiliar ministros no julgamento de ação. Pesquisas foram aprovadas no Brasil em março de 2005. Na fase inicial da audiência pública em que o Supremo Tribunal Federal (STF) discute o uso de células-tronco embrionárias em terapias e pesquisas científicas, especialistas defenderam a continuidade dos estudos sobre o tema. A audiência, inédita no STF, começou às 9h desta sexta-feira (20) e mobiliza diversos cientistas. Mais de 20 pesquisadores foram convidados para participar da discussão.

Audiência pública no STF visa auxiliar ministros no julgamento de ação. Pesquisas foram aprovadas no Brasil em março de 2005.

Na fase inicial da audiência pública em que o Supremo Tribunal Federal (STF) discute o uso de células-tronco embrionárias em terapias e pesquisas científicas, especialistas defenderam a continuidade dos estudos sobre o tema. A audiência, inédita no STF, começou às 9h desta sexta-feira (20) e mobiliza diversos cientistas. Mais de 20 pesquisadores foram convidados para participar da discussão.

Com o auxílio deles, os ministros vão discutir quando a vida humana começa. O Supremo vai julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que impede a pesquisa com células-tronco de embriões no Brasil.

As pesquisas com células-tronco embrionárias foram aprovadas no Brasil em março de 2005, com a Lei 11.105/05, a Lei de Biossegurança. Em maio do mesmo ano, o então procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, entrou no STF com uma ação pedindo que as pesquisas fossem proibidas. Ele alegou que os estudos ferem o direito de embriões, citando um artigo da Constituição Federal (CF).

Diante da polêmica, o relator do processo, ministro Carlos Ayres Britto, resolveu convocar a audiência pública para que o STF possa chegar a um entendimento.

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