seu conteúdo no nosso portal

Eucatex, da família Maluf, recorre à nova Lei de Falências

Eucatex, da família Maluf, recorre à nova Lei de Falências

A Eucatex, controlada pela família Maluf, entrou hoje com pedido de recuperação judicial mecanismo que substituiu a concordata com a nova Lei de Falências.

A Eucatex, controlada pela família Maluf, entrou hoje com pedido de recuperação judicial mecanismo que substituiu a concordata com a nova Lei de Falências.

O pedido foi encaminhado pela Eucatex S.A. Indústria e Comércio à 3ª Vara da Comarca de Salto, no interior de São Paulo.

O grupo havia pedido concordata em abril de 2003, mas agora, quer migrar seu regime de proteção contra credores para o instrumento de recuperação judicial.

Se o pedido for aceito pela Justiça, a Eucatex S.A. terá 60 dias para apresentar um plano de reestruturação aos credores. Além disso, a empresa ficará protegida durante 180 dias contra eventuais pedidos de execução judicial.

“A empresa visa, através desse processo, equacionar o restante de seu passivo junto a seus credores, devendo, dentro dos prazos e condições previstas na referida lei, apresentar seu plano de recuperação judicial”, afirma nota distribuída pela assessoria de imprensa da Eucatex.

Na nota, a empresa também informa que outra empresa do grupo, a Eucatex Química e Mineral Ltda, já conseguiu encerrar o processo de concordata iniciado também em abril de 2003 após efetuar os pagamentos previstos em lei.

Fundado em 1951, o grupo Eucatex possui quatro unidades industriais, onde fabrica produtos destinados à indústria moveleira, construção civil e agroindústria. A Eucatex é presidida pelo engenheiro mecânico Flávio Maluf, filho do ex-governador Paulo Maluf.

Segundo balanço divulgada à Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), o grupo registrou no primeiro semestre deste ano um prejuízo de R$ 27,825 milhões e possuía, ao final de junho, uma dívida total de R$ 306 milhões.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico