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Holerite do ministro Lobão pode chegar a R$ 39 mil

Holerite do ministro Lobão pode chegar a R$ 39 mil

O novo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (foto), pode vir a ter o maior holerite da Esplanada, num total de R$ 39 mil, se assumir os postos ainda ocupados pelo ex-ministro Silas Rondeau nos conselhos de administração das estatais. Rondeau deixou o ministério em maio de 2007, mas até hoje continua com direito de assento nos conselhos de Itaipu, Petrobras e BR Distribuidora.

O novo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (foto), pode vir a ter o maior holerite da Esplanada, num total de R$ 39 mil, se assumir os postos ainda ocupados pelo ex-ministro Silas Rondeau nos conselhos de administração das estatais. Rondeau deixou o ministério em maio de 2007, mas até hoje continua com direito de assento nos conselhos de Itaipu, Petrobras e BR Distribuidora.

As reuniões em cada um desses conselhos consomem apenas três dias do mês do ex-ministro, mas lhe rendem R$ 23 mil mensais. Se Lobão assumir essas vagas, reservadas ao ministério, ele terá direito a essa remuneração extra das estatais. Além disso, poderá optar por continuar recebendo o salário de senador, de R$ 16 mil, superior aos R$ 10,7 mil dos ministros, totalizando R$ 39 mil.

Segundo a assessoria de Lobão, ele ainda não definiu se vai participar de algum conselho. Por enquanto, todas as vagas de Minas e Energia continuam inalteradas, inclusive a de Rondeau e do ex-ministro interino Nelson Hubner, que está nos conselhos da Eletrobrás e da Eletronuclear.

Enquanto Lobão não se decide, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, é o que possui o maior salário da Esplanada. Além dos R$ 10,7 mil de ministro, Bernardo participa dos conselhos de Itaipu (R$ 14 mil) e do BNDES (R$ 4,4 mil), totalizando R$ 29 mil mensais.

Logo atrás aparecem os ministro da Fazenda, Guido Mantega, e da Casa Civil, Dilma Rousseff, que são colegas de conselhos na Petrobras e na BR Distribuidora, ganhando cada um R$ 20 mil no total. Valor muito próximo ao que também recebe o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, que – segundo sua assessoria – tem assento em mais de 20 conselhos, mas só recebe de dois conselhos do BNDES.

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