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Juízes da Primeira Instância recebem notebooks

Juízes da Primeira Instância recebem notebooks

Em solenidade realizada na sexta-feira, dia 23 de março, na sede da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 3ª Região (Amatra3), o desembargador Tarcísio Alberto Giboski, presidente do TRT de Minas, fez a entrega de notebooks aos 104 juízes titulares de Varas do Trabalho que optaram por recebê-lo em Belo Horizonte. O evento marcou o início da distribuição do equipamento para toda a Primeira Instância, sendo que os demais juízes receberão os notebooks na própria Vara em que atuam, em data a ser estabelecida.

Em solenidade realizada na sexta-feira, dia 23 de março, na sede da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 3ª Região (Amatra3), o desembargador Tarcísio Alberto Giboski, presidente do TRT de Minas, fez a entrega de notebooks aos 104 juízes titulares de Varas do Trabalho que optaram por recebê-lo em Belo Horizonte. O evento marcou o início da distribuição do equipamento para toda a Primeira Instância, sendo que os demais juízes receberão os notebooks na própria Vara em que atuam, em data a ser estabelecida.

Vale ressaltar que o equipamento já foi entregue aos desembargadores no dia 9 deste mês, durante sessão plenária.

A atualização do parque de informática do TRT, meta prioritária da atual Administração, possibilitará à 3ª Região aderir ao Sistema Integrado de Gestão da Informação da Justiça do Trabalho, capitaneado pelo TST, que tem por finalidade unificar os sistemas de informática utilizados pelas áreas judiciária e administrativa de todos os regionais.

Participaram do evento os desembargadores Paulo Roberto Sifuentes Costa, corregedor do TRT, e Antônio Álvares da Silva, os juízes João Alberto de Almeida, presidente da Amatra3, e José Nilton Ferreira Pandelot, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).

Em sua fala, o presidente do TRT ressaltou a importância daquele momento para a Justiça do Trabalho de Minas: “Estamos entregando a cada um de vocês uma importante ferramenta de trabalho, o que possibilitará, nesse momento de modernização pelo qual passa o Judiciário, melhores condições de trabalho e, conseqüentemente, uma prestação jurisdicional mais célere. Na medida em que avançamos e nos antecipamos ao processo de informatização, melhores serão os resultados obtidos”. Giboski conclamou todos a somar esforços e partilhar juntos do que chamou “momento de transição” a fim de possibilitar o desenvolvimento e o progresso da Instituição. “Precisamos estar unidos e conscientes de que a informatização é um processo irreversível que todos precisamos enfrentar”, lembrou.

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