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Ministro decide devolver dinheiro gasto com cartão no valor de R$ 30 mil

Ministro decide devolver dinheiro gasto com cartão no valor de R$ 30 mil

Em entrevista coletiva realizada ontem, o ministro dos Esportes, Orlando Silva (foto), afirmou que devolveu aos cofres públicos R$ 30.870,38, utilizados por seu cartão de crédito corporativo desde que assumiu a pasta, em 2006.

Em entrevista coletiva realizada ontem, o ministro dos Esportes, Orlando Silva (foto), afirmou que devolveu aos cofres públicos R$ 30.870,38, utilizados por seu cartão de crédito corporativo desde que assumiu a pasta, em 2006.

De acordo com ele, existe um “debate politizando uma questão administrativa”. “Temos a convicção de que cada gasto foi feito dentro da absoluta legalidade e quero que os órgãos de controle possam avaliar cada um dos gastos e chegar a uma conclusão, já que há controvérsias do que pode ou não”, afirmou. Segundo ele, a maior parte dos gastos de seu cartão foi com hospedagens.

Ontem, a ministra Matilde Ribeiro (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência) anunciou sua saída do governo. Matilde é recordista de despesas com o cartão de crédito corporativo do governo: no ano passado, ela gastou mais de R$ 171 mil. (leia mais)

O ministro declarou estar “indignado” com os boatos a respeito dos gastos com os cartões e afirmou não temer uma CPI para apurar as denúncias de que membros do governo abusaram do benefício. “Fiz todos meus gastos dentro da absoluta legalidade, dentro daquilo que estava estabelecido para o uso”, declarou.

Orlando defendeu o uso dos cartões por integrantes do governo e afirmou que continuará usando-o sempre que necessário. No início da semana, ele estava na cidade espanhola de Barcelona, onde acompanhou a candidatura do Rio de Janeiro como cidade sede aos Jogos Olímpicos de 2016.

“Chegaram a me perguntar se era razoável que eu permitisse que a minha filha de nove meses ocupasse o mesmo quarto de um apartamento”, disse. “O limite a que o caso chegou é o de atacar a minha família e a minha integridade, então foi preciso agir com sobriedade”, ponderou. (Rodolfo Torres)

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