Ele nomeou o cunhado para exercer a função de assessor no seu gabinete.
O Ministério Público Federal em Goiás (MPF) ajuizou ação de improbidade administrativa contra o ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, com sede em Goiânia, desembargador Saulo Emídio dos Santos, e também contra Ismael Gomes Marçal.
Ficou apurado que no período de 2001 a 2003 Saulo Emídio, então presidente do TRT, nomeou o seu cunhado, Ismael Garçal, para exercer a função comissionada de assessor de juiz no gabinete da presidência, com a maior remuneração destinada à função de confiança (FC-10).
A conduta do ex-presidente do TRT caracterizou a ocorrência de nepotismo, em flagrante violação aos princípios da moralidade e da impessoalidade, além de ser ato proibido por lei.
O MPF pediu a condenação dos dois acusados consistente na suspensão dos seus direitos políticos, pagamento de multa, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios creditícios e fiscais, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário.