O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu prazo de cinco dias para que os partidos políticos, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público fiscalizem a versão final do programa que será usado nas urnas eletrônicas em outubro. A partir de agora, serão criadas assinaturas digitais que servirão como dispositivo de segurança do sistema.
Em cerimônia no TSE, o presidente do tribunal, Marco Aurélio Mello, recebeu uma das senhas que servirá para lacrar o programa das urnas. O ministro destacou que o sistema eletrônico de votação é muito seguro contra possíveis fraudes na votação. “De 1996, ano que a urna eletrônica foi criada, até os dias de hoje não tivemos impugnação com substância que pudessem mostrar indícios de fraudes nas eleições”. A partir de 11 de setembro, os Tribunais Regionais dos Eleitorais (TREs) começam a alimentar as 430 mil urnas pelo país.