O Senado Federal abriga clãs encabeçados por funcionários que entraram na Casa por meio do “trem da alegria” que existia até 1988, informa nesta terça-feira reportagem da Folha.
Segundo a reportagem, funcionários empregaram mulheres, maridos, filhos, irmãos e agregados com salários que podem chegar a R$ 10 mil em cargos de confiança e sem a necessidade de concurso público.
A Folha informa, como exemplo, que a secretária-geral da Mesa, Claudia Lyra, tem duas filhas, duas irmãs e o cunhado empregados no Senado.
De acordo com a reportagem, os servidores alegam que as contratações foram feitas dentro das normas, negam que tenham beneficiado parente e que muitos se conheceram no próprio trabalho e se casaram.