O Supremo Tribunal Federal suspendeu liminar do Tribunal de Justiça do Amazonas que obrigava a Prefeitura de Manaus a pagar salários de até R$ 15 mil a quem exerceu cargo de secretário municipal. Pelo menos 38 ex-secretários, com os salários máximos, e subsecretários – com salários de R$ 6,5 – incorporaram o benefício. O pagamento, segundo a Procuradoria-Geral do Município, causava uma despesa de R$ 7,5 milhões por ano desde 2004. A incorporação foi sancionada pelo ex-prefeito Luiz Alberto Carijó, que batizou a lei com seu nome.