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TJ-AL decide manter ‘provão’ para juízes alagoanos

TJ-AL decide manter ‘provão’ para juízes alagoanos

Por unanimidade de votos, o pleno do Tribunal de Justiça decidiu manter a avaliação da produtividade de juízes - mais conhecida como 'provão' - instituída pela Corregedoria Geral de Justiça. Os desembargadores definiram que vão esperar o posicionamento do Conselho Nacional de Justiça sobre o assunto. O corregedorgeral de Justiça, desembargador Washington Luiz Damasceno Freitas, informou que enviou ofício ao CNJ consultandoo sobre a avaliação, com o provimento que prevê a criação do Índice de Produtividade de Juízes (IPJ). Além da consulta feita pelo desembargador, outra já havia sido feita, pelo juiz trabalhista Paulo Schmidt, integrante do Conselho, em fevereiro último.

Por unanimidade de votos, o pleno do Tribunal de Justiça decidiu manter a avaliação da produtividade de juízes – mais conhecida como “provão” – instituída pela Corregedoria Geral de Justiça. Os desembargadores definiram que vão esperar o posicionamento do Conselho Nacional de Justiça sobre o assunto. O corregedorgeral de Justiça, desembargador Washington Luiz Damasceno Freitas, informou que enviou ofício ao CNJ consultandoo sobre a avaliação, com o provimento que prevê a criação do Índice de Produtividade de Juízes (IPJ). Além da consulta feita pelo desembargador, outra já havia sido feita, pelo juiz trabalhista Paulo Schmidt, integrante do Conselho, em fevereiro último.

O Procedimento de Controle Administrativo nº 92 está tramitando no CNJ e já tem relator definido, o conselheiro Jirair Aram Megueriam. A decisão do pleno do TJ de ontem, tomada no final da sessão, foi tomada depois que o presidente da Associação Alagoana de Magistrados (Almagis), Paulo Zacarias, entregou, ao presidente do Tribunal, desembargador Estácio Luiz Gama de Lima, ofício pedindo a “imediata anulação” do provimento que dispõe sobre o IPJ.

O ofício de Paulo Zacarias cita que o provimento fere os princípios da constitucionalidade. Também é lembrado no texto que “a publicidade irrefletida do ato em comento resultou numa série de injustiças, que provocou danos irreparáveis à dignidade dos juízes e à magistratura do Estado de Alagoas”, citando o caso do juiz titular da 1ª Vara Cível da Comarca de Penedo, Sérgio Roberto da Silva Carvalho. O magistrado foi o único que tirou nota 1,0 na avaliação, por não ter enviado os mapas estatísticos que mostram a movimentação de processos. Dos 112 juízes avaliados, 13 tiraram a nota máxima.

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